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Fim do início-de-semana:

A leveza de Amélia.
Os temores de Alfeu.
A Viagem à Maravilhosa.
A beleza ímpar de Shania Twain.
A indelével tristeza que me ocorre, Sometimes.
O doce sabor da assaz saudade de Oz...
Os concretos recantos dos blogs da Cidade.
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Há algo de lírico no Amor - Se nós, em nossa energúmena passagem pela existência material, pudéssemos perceber o quanto é irreal o apego ao concreto, navegaríamos melhor nesse mar de ilusões.
De concreto, só mesmo nossa humilde poesia...
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O Céu de 27 de Outubro de 2002 - Na noite de ontem, recebi telefonema de um irmão meu, grande amigo. Não fosse a distinção do tipo sangüíneo que corre em nossas veias, seria também irmão de direito, pois já o considero de fato. E ele me lembrava que no próximo domingo, as estrelas hão de brilhar como nunca. E eu me permito divagar que o céu do Brasil há de ser tão belo, tão estrelado, o prenúncio de novos e bons tempos.
E há treze anos, desde 1989, quando já vivíamos esta possibilidade, perseguindo-a tão dorida e ansiosamente, que esperamos por este momento de esperança. Como eu disse anteriormente, por nossos amigos, irmãos, pais e filhos, pelo tão sofrido povo tupiniquim.
O Brasil merece...e precisa!
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Metáforas Musicais - No rumo da Justiça do Trabalho, imerso em solitários pensamentos dentro do carro. Escuto "Vento no Litoral". Dueto belíssimo entre Manfredini Junior e Cássia Eller, metaforiza minha ida aos idílios burocráticos do Judiciário. Mas, Alguém já disse com bastante propriedade que há algo de delicioso nas incertezas da burocracia. Embalado pela música, sigo ao Fórum enquanto percebo, às ruas repletas de pessoas embora desertas, que os espaços esparsos da minha mente materializam-se nelas.

No almoço, Sushi Bar, novamente sozinho por alguns minutos. Solitariamente. Solitária mente. Escuto Paul Simon e Art Garfunkel em "The Sound of Silence". Silêncio ao som do nada. É a metáfora a invadir o dia-a-dia de nossas vidas.
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Momento Mateus - Num plácido campo verdejante, cálidos corpos suados, num sol resplandecente, bailam à brisa brumosa do outono. Harpas, ninfas, lagos cujas vagas vagas sozinhas, ilustram a beleza translúcida daquela tarde-em-cor. E um dia assim, é tão perfeito...

Post Scriptum - Este momento é a antítese do Espaço Wallace, adveio da reivindicação do Mateus, e é uma homenagem ao Mateus e sua inquietude.
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Espaço Wallace, o Ratinho dos blog´s - Foi esta a conclusão que cheguei após ver o número de comentários triplicar ao citar o nome Wallace, deixando de lado o meu hermestismo pascoal e discutindo amenidades. Cheguei também à conclusão, que a pedra no caminho do Super-Homem, vulgo Kryptonita, é, na verdade, o plano metafórico que comprova minha tese. A pedrinha verde representa a censura freudiana, ou seja, ela vem solapar a libido do poderoso Super-Homem. Ele não seria nada, sem a sua maldição verde.
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Coluna do Portal - O Portal Verdes Mares publicou meu mais recente texto, que na verdade é uma compilação dos escritos aqui do Anomia. Minha coluna chama-se La Joie de Vivre. Se você quiser conferi-la e assustar-se com a minha foto, clique aqui.

Luis Buñuel - O maior expoente do surrealismo na sétima-arte é o espanhol Luis Buñuel. Diretor e Roteirista de clássicos como A Bela da Tarde, Esse Obscuro Objeto do Desejo, Via Láctea (talvez sua obra-prima) e O Discreto Charme da Burguesia, dentre vários. Quem ainda não conhece sua extensa filmografia tem uma grande lacuna cinematográfica. Não fosse minha admiração a Sergéi Eisenstein, ele não dividiria com o russo autor de Outubro e Encouraçado Potekim, o trono de melhor Diretor da Europa. É um dos melhores do mundo, na verdade. Algumas películas têm mais de 50 (cinquenta) anos de produzidas. Buñuel, também exímio roteirista, absorveu muito do pensamento do amigo Salvador Dalí, com quem dividiu os créditos do roteiro de Um Cão Andaluz, produzido em 1929.
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Espaço Wallace - Eu confesso que nunca havia presenciado antes. Causou-me espécie. Mas foi instigante.
Confesso que aprendi novas palavras. Aliás, deve ter ocorrido várias outras vezes com os propriamente da Turma. Assumo que estava perdido no limbo brumoso dos momentos eclipsados pelo teor etílico das noites alencarinas, mas o fato em si aumentou o seu efeito catártico. Só recordei do fato em função do último comentário do Gabriel feito ao post anterior.
Foi o Primeiro Confronto de Palavras Francesas que presenciei em minha vida. Foi excitante, sem sacanagem. Eu vi o Wallace ser esbofeteado à francesa, literalmente. O Gabriel ultrapassou os limites e surrou - mas também levou - com palavras pretensamente carinhosas. Não lembro quem capitulou, sequer se houve vencedor.
Eu tenho estado imaginando qual será o mote do próximo confronto. Eu acho que ninguém ousaria um confronto com o Fábio, vulgo Alemão, sobre termos germânicos, mas... quem sabe?
Gabriel e Fernando "the missing" Wallace podem nos preparar outro debate ímpar! Qual será?
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O presente post nasceu vazio por um esquecimento do seu autor. Retificá-lo-ei, portanto, haja vista que seu propósito era o de apresentar o Resultado da Pesquisa Leitura Cotidiana:
A renhida disputa ficou polarizada nos últimos dias entre o delicioso Sometimes e o intrépido Eyes Wide Shut. No final, vitória feminina, decidia nos últimos dos 70 votantes, cabendo cerca de 35% e 33% para cada um. Os não menos favoritos Faniquito e Consultório Psiquiátrico chegaram em terceiro e quarto lugares, respectivamente.

Parabéns Prima Josy!!! o Anomia agradece aos setenta leitores votantes.
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Espaço Wallace - Criei este espaço após ter sido acusado - a meu ver, injustamente -, pelo Wallace (e posteriormente pelo Gustavo), de ser hermético demais em meus devaneios aqui no Anomia.
Dessa forma, resolvi criar o presente espaço dedicado às amenidades cotidianas, donde se conclui que o meu ilustre amigo e sócio não poderá utilizar-se de subterfúgios para fugiu ao Anomia. Tampouco o amigo Gustavo, que andava tergiversando quando o assunto era Anomia...

O Poder e a Libido - Sexta-Feira última, no Assis da Picanha, ocorreu um aguerrido debate com o sócio Wallace, sobre minha tese Freud-Marxista da sociedade. O Mediador, insigne Fábio Germânico (a quem chamei durante quase toda noite de Mateus por confusão minha), ouviu atentamente às nossas tese e antítese. Na argumentação do arguto causídico Fernando Wallace o poder comanda a libido. Eu mantenho a tese de que a libido busca o poder para sua satisfação, de modo que a superestrutura Marxista responde à libido Freudiana, a fim de definir a Infraestrutura social.
Bem, acaso o famígero Peter Gabriel não tivesse deixado tão prematuramente o Assis da Picanha e perdido o acalorado embate, a discussão seria maior e mais rica ainda. Pena, também, o fato de prescindirmos da companhia dos primos Germano e João Paulo, vulgo JP. Este último, foi-se nos rumos do Mucuripe, minutos antes do Wallace ter me ameaçado com uma garrafa de Vodka para que eu capitulasse de minha teoria. Em vão...
Mas, enfim, o que você acha?
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''A única coisa que dura para além da vida e da morte é o amor''. (Nelson Rodrigues)

Uma ótima matéria do Vida e Arte de hoje comprova isso.
Assim eu recordo novamente de Love, de John Lennon, recentemente transcrita aqui neste blog. E la nave va...
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Intermezzo Musical

Arrebatado pela beleza contundente da doçura que flui dos acordes de Across The Universe na voz de Fiona Apple.
O fim-de-semana começa belíssimo, além de lento, gradual e docemente musical.

Photo by Paul Natkin in Rolling Stone.
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Toques Musicais

O magnífico John Pizzarelli, em John Pizzarelli Meets The Beatles, me acalma à alma, neste início de noite. Ouvi-lo nesse álbum, em especial na belíssima And I love Her, é um presente aos meus surrados ouvidos.

A trilha sonora do Filme I am Sam, é outra grata surpresa. Finalmente escuto minha preferida dos Fab Four executada com muita competência: Across The Universe, por Rufus Wainwright. Emocionante.
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Good Times Old Times

St. Elmo's Fire - Assisti novamente há alguns dias, ao filme St. Elmo's Fire, um ótimo exemplo do cinema juvenil da década de 80. Essa produção datada de 1985, é uma das poucas exceções que faço ao cinema comercial norte-americano, porque marcou uma época muito boa para mim, sem falar que as atrizes Ally Sheed e Andie MacDowell estão mais lindas do que nunca nessa obra.
Numa rara boa tradução, o título em nosso vernáculo ficou em "O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas". Já havia falado nele antes, aqui no Anomia, mas sempre é bom rever um filme que marcou muito meus tenros anos de cinéfilo.
Revi a cena em que o apaixonado Emilio Estevez rouba um beijo da sua musa, Andie MacDowel. A cena é lapidar, não apenas pela exuberante beleza da atriz, mas por toda atmosfera do filme, bem trabalhada por um roteiro competente.
Depois de cerca de dezessete anos, o filme se torna bastante ingênuo, mas ainda vale pelo elenco que reuniu e pelas boas recordações que me traz.

Renato Manfredini Júnior - Seis anos sem o grande Renato Russo. Perdeu a música, perdeu o lirismo que sobrevivia no rock nacional, perdemos nós um grande poeta. Dia 11 de outubro passado, mais um ano. Essa é para ler ao som de Vento no LItoral, para mim a melhor do Legião. Saudades...

Anomia, Dicotomia e Jornalismo na UFC- A origem do nome deste blog adveio da linda palavra que me visitava o consciente e inconsciente amiúde, nos tempos de Comunicação Social na UFC. Lembro que, quando descobri a palavra Anomia, me apaixonei à primeira vista, pois a palavra definia muito bem o cinema, o status quo, tudo que via ao meu redor, enfim. Hoje, está mais atual do que nunca. Além de anomia, outro "chavão" meu muito usual era "dicotomia". Lembro até que uma grande colega brincava comigo pelo uso exagerado da palavra nas aulas da Comunicação Social e nos inesquecíveis encontros boêmios e "revolucionários" do Cantinho do Céu. Realmente, eu conseguia achar que tudo era dicotômico. A colega, deputada Luizianne Lins, ainda hoje deve lembrar desse fato engraçado. Saudades da UFC...
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Sozinho.
Na vitrola, John Coltrane embala meus pensamentos soltos, imediatamente após Betânia ter cantado As Canções Que Você Fez Para Mim.
No copo, Reds. Não, nada a ver com a película de Warren Beatty. Muito a ver com Sean Connery.
À Inútil Paisagem, carros, muitos carros que voam em direção ao feriado.
Na memória, espaços esparsos. Além disso, Pouco Tempo.
No coração, muitas pessoas. Ao meu lado, ninguém.
Como é bela a noite. O fim-de-semana começa bem...
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Efemérides II

Ontem, dia 09 de outubro, marcou o aniversário de 62 anos do nascimento de Sir John Winston Lennon.
Embora esteja ausente do mundo dos ditos vivos, John está mais presente do que nunca em sua música.
Saudades...
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Pouco Tempo

Tanto tempo desse amor insensato.
Porque se não é insensato não é amor.
Tanto tempo desse amálgama de corpos.
Perdi a noção do meu começo e seu fim.
Tanto tempo amando-te sem pensar.
Porque o pensamento não se coaduna.
Tanto tempo sendo tão feliz assim.
Porque sem você eu deixo de ser.
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Efemérides

Love Me Do. No dia 05 de outubro próximo passado, foi celebrado o lançamento, 40 anos antes, do primeiro single dos The Beatles, "Love Me Do". Não lembrava da data, li a notícia ao acaso. O doce sabor do tempo...


"Devolva o Neruda que você me tomou e nunca leu...". O tempo também tem dessas coisas. Nos devolveu, após 50 anos, um inédito de Neruda, escrito no Uruguai: "Ode às Flores de Datitla". Neruda faleceu no dia 23 de Setembro de 1973, outra belíssima data.


Fim do Consultório Psiquiátrico: Espero que daqui a um ano não tenhamos, na data de 08 de outubro de 2002, o dia do fim do melhor blog que tivemos a honra de acessar. Nesse ínterim, só temos a lamentar...
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Sonhei com uma alvorada belíssima. Um devaneio onírico cuja lembrança sobrevive indelével.
O crepúsculo matutino era tão belo e arrebatador, que eu parava para contemplar-lhe.
A luz solar sobrepujava as vagas cristalinas do mar e banhava as dunas da praia deserta.
Hoje, me deparo com uma Clara Manhã não menos bela. Parece um prenúncio.
Como se o Rei Sol resolvesse antecipar ao povo tupiniquim um novo tempo.
Aos nossos amigos, irmãos, pais. Aos nossos filhos. À nossa vã desesperança.
Porque a ternura não pode ser perdida, jamais. O Brasil merece...e precisa.
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Uma pequena homenagem, uma grande escritora que surge:

Brincas com as letras miúda
Arte-em-lúdico, norte audaz
Rimas o nada, soletras forte
Buscas, o amor, em verso
Rumas, poética, sem regresso
Assaz eclética, a dor transmuda.
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Em Branco-e-Preto

África faminta de pão. E nós também. Além de circo.
A mesma massa alvinegra fotografada por Sebastião Salgado.
Inunda as tribunas e seções, às sessões do coliseu moderno.
Famintos de ouro que se lançam em escadas.
Fuga do inferno da lírica Serra Pelada do tempo.
Famintos. Famígeros em branco-e-preto de Sebastião.
Salgados corpos inundados de alegria e dor.
Futebol. Massa alvinegra Translúcida.
Somos todos unos. Panis et Circensis.
Futebol. Energúmenos que somos.
Não há mais pão, nem circo.
Ave!
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Dor...
O que nos reveste a razão, senão um caso fortuito com o abstrato?
Nos alimenta o sonho, a dor do inalcançável, enfim.
Ardor da paixão que devora o interior de nossos medos.
Desejo insensato embalsamado pelo apego ao platônico.
Busca sem fim pelos espasmos de razão que negamos no existir.
A beleza translúcida que apavora nossa pífia libido.
Fugir...qual o destino de nossa liberdade?
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