sábado, novembro 30
quinta-feira, novembro 28
Fragmentos Pretéritos II - Um poema perdido no tempo e no espaço de dez anos atrás:
Dentre muitas tu és única.
A única até do único.
Não sei se você existe.
E imagino que o mundo,
Sem você seria escuro.
E eu seria triste.
Música da Hora - Well, após lembrar o quão insensato somos, às vezes, eu ofereço ao momento em que escrevi a poesia acima, há uns dez anos, essa música que segue logo abaixo, ou seja, a música da hora de hoje, direto do País onde, vez em quando, a delicadeza é perdida (como diria o Chico), uma junção de estilos, dores, ardores e demais sentimentos dos mestres Tom Carlos Jobim e Marcus Vinícius da Cruz de Mello Moraes, os quais devem estar rindo, entre umas e outras, de tudo isso que se passou por aqui...
Insensatez
Antonio Carlos Jobim
e Vinicius de Moraes
1961
A insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor
O seu amor
Um amor tão delicado
Ah, porque você foi fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração quem nunca amou
Não merece ser amado
Vai meu coração ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração pede perdão
Perdão apaixonado
Vai porque quem não
Pede perdão
Não é nunca perdoado
Post Scriptum: Apesar de alguns pedidos contra as mid´s, abro uma exceção hoje, à melodia que ora deve estar tocando agora, por motivos óbvios :-)
Dentre muitas tu és única.
A única até do único.
Não sei se você existe.
E imagino que o mundo,
Sem você seria escuro.
E eu seria triste.
Música da Hora - Well, após lembrar o quão insensato somos, às vezes, eu ofereço ao momento em que escrevi a poesia acima, há uns dez anos, essa música que segue logo abaixo, ou seja, a música da hora de hoje, direto do País onde, vez em quando, a delicadeza é perdida (como diria o Chico), uma junção de estilos, dores, ardores e demais sentimentos dos mestres Tom Carlos Jobim e Marcus Vinícius da Cruz de Mello Moraes, os quais devem estar rindo, entre umas e outras, de tudo isso que se passou por aqui...
Insensatez
Antonio Carlos Jobim
e Vinicius de Moraes
1961
A insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor
O seu amor
Um amor tão delicado
Ah, porque você foi fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração quem nunca amou
Não merece ser amado
Vai meu coração ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração pede perdão
Perdão apaixonado
Vai porque quem não
Pede perdão
Não é nunca perdoado
Post Scriptum: Apesar de alguns pedidos contra as mid´s, abro uma exceção hoje, à melodia que ora deve estar tocando agora, por motivos óbvios :-)
terça-feira, novembro 26
84 Charing Cross Road - Lembrei agora há pouco, enquanto folheva uma revista antiga de cinema, desse endereço que fica em Londres e também é o título de um ótimo filme produzido em 1986. Foi o que me motivou, na viagem que fiz em 1998, a procurar feito um louco esse logradouro londrino. Eu rodei alguns bons minutos à procura de 84 Charing Cross Road. A insistência foi gratificante, pois além de conhecer o local também tirei algumas fotos. Antes disso fiz um verdadeiro périplo em busca de Abbey Road, o qual durou algumas horas de procura e caminhada até encontrar o paraíso Beatlemaníaco. Foi igualmente compensador. A Lei de Murphy, entretanto, estava vigorando, pois na mesma noite, perdi a câmera dentro do New London Theater, onde assisti à peça Cats. O negativo perdido juntamente com a máquina continha todas as fotos de Londres, inclusive as de Abbey Road e as que tirei no cenário do filme. C´est la vie...
Mas, voltando ao título desse post, o filme foi chamado em terra brasilis de "Nunca Te Vi Sempre Te Amei". Não obstante a duvidosa tradução, a obra é um cult com certeza. As interpretações de Anthony Hopkins e Anne Bancroft são excelentes e o roteiro é um achado, pois trata da forte amizade que surge através da troca de cartas entre duas pessoas que adoram literatura mas têm o atlântico a separá-las. O endereço da livraria onde trabalha o personagem vivido por Hopkins, é justamente o título do filme. Vale a pena assistir ou rever.
Mas, voltando ao título desse post, o filme foi chamado em terra brasilis de "Nunca Te Vi Sempre Te Amei". Não obstante a duvidosa tradução, a obra é um cult com certeza. As interpretações de Anthony Hopkins e Anne Bancroft são excelentes e o roteiro é um achado, pois trata da forte amizade que surge através da troca de cartas entre duas pessoas que adoram literatura mas têm o atlântico a separá-las. O endereço da livraria onde trabalha o personagem vivido por Hopkins, é justamente o título do filme. Vale a pena assistir ou rever.
segunda-feira, novembro 25
Honrosa Menção - O ilustre poeta Soares Feitosa, me concede através de seu ímpar Jornal de Poesia, a honra de ter o nome listado entre vários poetas. Logo eu, ainda um renitente aspirante nos caminhos poéticos. Só me cabe agradecê-lo penhoradamente a homenagem, e buscar fazer por merecê-la, nem que seja num devaneio perdido no futuro, num átimo suspirante do ocaso do amor, onde a dor lancinante me tire do peito dormente, uma inspiração poética, mesmo ofegante e reticente, ao doce sabor do acaso...
domingo, novembro 24
Sunday Morning - À medida em que se aproxima o fim-de-ano, as manhãs dominicais vêm se mostrando cada vez mais belas, num espetáculo bonito de se ver. Hoje não foi diferente, pois nem parecia que amanhã é segunda-feira e o caos do trânsito há de transformar esse quadro onírico numa verdadeira anomia. Fiat Lux!
Marcus Vinícius da Cruz de Mello Moraes - O Poetinha, mesmo tendo partido há mais de vinte anos, deixou uma obra extensa, cuja destacada poesia sobrevive incólume ao passar dos anos. Carlos Drummond de Andrade, outro baluarte da poesia brasileira disse uma vez sobre Vinícius: "De todos nós, ele foi o único que ousou viver como poeta.". Do não menos renomado João cabral de Mello Neto, Vinícius de Moraes mereceu a frase: "Se a música não o tivesse seduzido, ele teria sido o mais importante poeta da língua portuguesa no século 20.". Lembrei-me de Vinícius ao ouvir há pouco a música "Pela Luz dos Olhos Teus". Realmente, a poesia de Vina é fabulosa. Principalmente quando eu vejo o que ele escreveu no Soneto da Lua. Fico feliz em comungar-lhe da mesma paixão.
Sófocles - Mais uma prova irrefutável de que a arte sobrevive ao tempo está em A Trilogia Tebana, de Sófocles. Estou relendo essa obra escrita há mais de 2.400 anos, contendo as peças Édipo Rei, Édipo em Colono e Antígona. Qualquer obra recente, inevitavelmente, trará excertos dessas obras.
Michael Jackson e sua intrépida trupe - Nos noticiosos eu fico sabendo das novas esquisitices de Michael Jackson; de vários mortos em função de um concurso de Miss Mundo na Nigéria; da Rainha da Inglaterra se encontrando com a Madonna; de novos factóides dos Programas do João Kleber, Gugu, Faustão e Ratinho; do Ministério Público condenando a exibições de mensagens subliminares pornográficas na MTV etc... realmente nós estamos conseguindo nos superar em mediocridade. Toda essa mixórdia globalizada ainda vai acabar por nos condenar à imbecilidade por antecipação.
Sarau Blogário - Eu me despeço desses fragmentos dominicais, enaltecendo a iniciativa do Sarau que aconteceu ontem na casa de Ritinha e Mari, contando com as presenças ilustres de Peter Gabriel, Mond e Sophia, dentre outros blogueiros. Eu não pude ir e até agora lamento. Qualquer evento dessa natureza é um oásis no Saara em que vivemos hodiernamente. E viva a poesia dos blogs! ;-)
Marcus Vinícius da Cruz de Mello Moraes - O Poetinha, mesmo tendo partido há mais de vinte anos, deixou uma obra extensa, cuja destacada poesia sobrevive incólume ao passar dos anos. Carlos Drummond de Andrade, outro baluarte da poesia brasileira disse uma vez sobre Vinícius: "De todos nós, ele foi o único que ousou viver como poeta.". Do não menos renomado João cabral de Mello Neto, Vinícius de Moraes mereceu a frase: "Se a música não o tivesse seduzido, ele teria sido o mais importante poeta da língua portuguesa no século 20.". Lembrei-me de Vinícius ao ouvir há pouco a música "Pela Luz dos Olhos Teus". Realmente, a poesia de Vina é fabulosa. Principalmente quando eu vejo o que ele escreveu no Soneto da Lua. Fico feliz em comungar-lhe da mesma paixão.
Sófocles - Mais uma prova irrefutável de que a arte sobrevive ao tempo está em A Trilogia Tebana, de Sófocles. Estou relendo essa obra escrita há mais de 2.400 anos, contendo as peças Édipo Rei, Édipo em Colono e Antígona. Qualquer obra recente, inevitavelmente, trará excertos dessas obras.
Michael Jackson e sua intrépida trupe - Nos noticiosos eu fico sabendo das novas esquisitices de Michael Jackson; de vários mortos em função de um concurso de Miss Mundo na Nigéria; da Rainha da Inglaterra se encontrando com a Madonna; de novos factóides dos Programas do João Kleber, Gugu, Faustão e Ratinho; do Ministério Público condenando a exibições de mensagens subliminares pornográficas na MTV etc... realmente nós estamos conseguindo nos superar em mediocridade. Toda essa mixórdia globalizada ainda vai acabar por nos condenar à imbecilidade por antecipação.
Sarau Blogário - Eu me despeço desses fragmentos dominicais, enaltecendo a iniciativa do Sarau que aconteceu ontem na casa de Ritinha e Mari, contando com as presenças ilustres de Peter Gabriel, Mond e Sophia, dentre outros blogueiros. Eu não pude ir e até agora lamento. Qualquer evento dessa natureza é um oásis no Saara em que vivemos hodiernamente. E viva a poesia dos blogs! ;-)
sábado, novembro 23
Soneto em Palavras
As palavras, o dom das palavras.
Ardor, adorar as palavras, o som.
O doce somar em unir-se palavras.
Há dor, na dor das palavras. Odor.
São palavras que vêm, às palavras.
Nunca se vão, mas sempre vêem.
Há mar e cor no amar às palavras.
Palavras que só nos causam ardor.
Sozinho, à dor que há nas palavras,
Só o doce sabor, que há em amar.
Palavras que só vêm colorir o amor.
Letras, linhas, mensagens, enfim.
Palavras que somente nos libertam.
Som, cor, odor, ardor, amor e o fim.
As palavras, o dom das palavras.
Ardor, adorar as palavras, o som.
O doce somar em unir-se palavras.
Há dor, na dor das palavras. Odor.
São palavras que vêm, às palavras.
Nunca se vão, mas sempre vêem.
Há mar e cor no amar às palavras.
Palavras que só nos causam ardor.
Sozinho, à dor que há nas palavras,
Só o doce sabor, que há em amar.
Palavras que só vêm colorir o amor.
Letras, linhas, mensagens, enfim.
Palavras que somente nos libertam.
Som, cor, odor, ardor, amor e o fim.
sexta-feira, novembro 22
O Sorrir em Amarelo ou O Doce sabor do Decifrar-te
Apesar de ter sido um aluno relapso em hermenêutica jurídica...
Até que entendo algo que flui das doces entrelinhas da vida ...
E mesmo sendo a boa tarefa de traduzir-te, um pouco complicada,
Posso dizer que te percebo, sempre, mesmo em descompasso.
Afinal a vida é feita mesmo de atitudes...e de jargões como esse.
E mesmo não tendo sido um feliz contemplado com o teu beijo,
Eu...fico feliz.Não vou ceder à tentação de ficar triste assim tanto.
Pois nada há de sobrepujar o prazer que sinto em decifrar-te...
Apesar de ter sido um aluno relapso em hermenêutica jurídica...
Até que entendo algo que flui das doces entrelinhas da vida ...
E mesmo sendo a boa tarefa de traduzir-te, um pouco complicada,
Posso dizer que te percebo, sempre, mesmo em descompasso.
Afinal a vida é feita mesmo de atitudes...e de jargões como esse.
E mesmo não tendo sido um feliz contemplado com o teu beijo,
Eu...fico feliz.Não vou ceder à tentação de ficar triste assim tanto.
Pois nada há de sobrepujar o prazer que sinto em decifrar-te...
quinta-feira, novembro 21
Fragmentos Passados - Coroando a tarde atribulada, edito novamente um poema, ou melhor, uma homenagem que vez ou outra gosto de fazer aqui no Anomia.
Convite ao nosso encontro de hoje:
Primeiro, ela não se revelou por inteiro, pudicamente foi chegando remansosa.
Em pequenos espasmos de luz, fui sentindo o seu gosto, sua beleza.
Fui corrompido em minha retidão pelo seu charme sem par.
Mansidão que me envolveu num átimo. Companheira, até os confins.
E me chegou toda, desposei-me com ela em minha elucubrações.
Ela me confessa que irá mostrar-se hoje, novamente.
E eu vos convido a desfrutar desse espetáculo, que por poucos segundos é só nosso.
E nada mais "reality" nesse show tão global, que é o seu despertar desnuda.
Nascer que há de ser compartilhado pelos libertos.
Mesmo que distantes, estamos todos em sua sintonia.
Usurpa, do sol, raios que espelha em nossas mentes inférteis.
Lua eu te aguardo hoje em tua gênese.
Convido a todos. Sejamos espectadores passageiros por um minuto!
Quando passarmos, ela há de nos observar. Mas hoje, é só nossa.
Lua cheia, luar que ela me prometeu.
Paremos nossas máquinas, observemos o cosmos.
Divido com todos esse nascer de hoje. Festejêmo-la!
E la nave va...
Convite ao nosso encontro de hoje:
Primeiro, ela não se revelou por inteiro, pudicamente foi chegando remansosa.
Em pequenos espasmos de luz, fui sentindo o seu gosto, sua beleza.
Fui corrompido em minha retidão pelo seu charme sem par.
Mansidão que me envolveu num átimo. Companheira, até os confins.
E me chegou toda, desposei-me com ela em minha elucubrações.
Ela me confessa que irá mostrar-se hoje, novamente.
E eu vos convido a desfrutar desse espetáculo, que por poucos segundos é só nosso.
E nada mais "reality" nesse show tão global, que é o seu despertar desnuda.
Nascer que há de ser compartilhado pelos libertos.
Mesmo que distantes, estamos todos em sua sintonia.
Usurpa, do sol, raios que espelha em nossas mentes inférteis.
Lua eu te aguardo hoje em tua gênese.
Convido a todos. Sejamos espectadores passageiros por um minuto!
Quando passarmos, ela há de nos observar. Mas hoje, é só nossa.
Lua cheia, luar que ela me prometeu.
Paremos nossas máquinas, observemos o cosmos.
Divido com todos esse nascer de hoje. Festejêmo-la!
E la nave va...
quarta-feira, novembro 20
Ave, Valentina!!! - Acabei de saber da notícia de sua chegada ao nosso mundo. Estamos todos muito felizes. Por você, pelos seus pais Léo e Lia e toda nossa família e amigos. Hoje, o mundo vai dormir mais feliz e bem melhor...
Ontem, na véspera de sua chegada, numa mistura de ansiedade e alegria, reuniram-se os seus tios JP, JW e JV, além de mim e tia Bia, Natércia, Isadora e outros amigos, num ambiente pautado por Mangueiras geladas, sinuca, Bebedouro, Jazz, MPB, sushi, whisky, Ednardo... enfim, a festa apenas começou... :)
Ontem, na véspera de sua chegada, numa mistura de ansiedade e alegria, reuniram-se os seus tios JP, JW e JV, além de mim e tia Bia, Natércia, Isadora e outros amigos, num ambiente pautado por Mangueiras geladas, sinuca, Bebedouro, Jazz, MPB, sushi, whisky, Ednardo... enfim, a festa apenas começou... :)
segunda-feira, novembro 18
domingo, novembro 17
Sob o Céu de Canoa - A beleza sublime da natureza de Canoa Quebrada promove momentos inesquecíveis. Ao cair da noite, enquanto o sol se punha relutante além das dunas, a lua já surgia no outro extremo do quadro, em meio ao mar agitado. Quase toda costa se tornara uma imensa praia deserta. Enquanto isso, a noite caía sobre tudo e todos.
Minha identificação com a lua e praias desertas foi a principal causa da idéia de escrever "Praia". Definitivamente, há poucas coisas mais belas na natureza.
Não cheguei até o Pontal do Maceió pela praia, porque havia o Rio Jaguaribe no meio do caminho. Apesar do piloto e do carro, o conjunto não é anfíbio, ainda.
As dunas são espetaculares também em Canoa. Desbravá-las é uma tarefa difícil, mas saborosa. Trilhas off-road são um dileto programa, principalmente quando a companhia é de excelente qualidade. Melhor ainda, se você não tem compromisso com horário e na vitrola tá tocando Across The Universe.
O pequeno trecho que liga a praia de Icapuí até Canoa é lírico. A Broadway é bem mais simpática que a Broadway.
Minha identificação com a lua e praias desertas foi a principal causa da idéia de escrever "Praia". Definitivamente, há poucas coisas mais belas na natureza.
Não cheguei até o Pontal do Maceió pela praia, porque havia o Rio Jaguaribe no meio do caminho. Apesar do piloto e do carro, o conjunto não é anfíbio, ainda.
As dunas são espetaculares também em Canoa. Desbravá-las é uma tarefa difícil, mas saborosa. Trilhas off-road são um dileto programa, principalmente quando a companhia é de excelente qualidade. Melhor ainda, se você não tem compromisso com horário e na vitrola tá tocando Across The Universe.
O pequeno trecho que liga a praia de Icapuí até Canoa é lírico. A Broadway é bem mais simpática que a Broadway.
Assinar:
Postagens (Atom)
Porque escrevo
Cada um tem a sua terapia. Há os que correm, pintam, cantam... Minha maior terapia é escrever. Posso ser o que sou, o que nu...
-
Novo Blog Resolvidos os problemas técnicos, aparentemente. O Novo Anomia voltou para o Blogueisso. Cliquem Aqui e conheçam o NOVO ANOMIA ...
-
Estou de volta a este espaço. Enquanto o antigo Portal passa por algumas mudanças, minha dependência da escrita não me permitiria ficar muit...