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Crônicas em São Paulo II - Aos poucos a tímida luz solar começa a desnudar uma cidade sonolenta. Mente quem diz sê-la insone. São paulo dorme, enquanto canta o Tuim, Rouxinol e tantos outros pássaros de uma Moema que parece resistir no tempo.
Aos poucos os céus ainda escuros são rasgados pelos outros pássaros, estes metálicos, que despertam com seus motores quem ainda não queria acordar. São Paulo não mais dorme e mesmo sonolenta já mistura o moderno com o antigo, quando percebo que ainda restam tantas árvores e pássaros em seu leito.
Ontem, a natureza despejou mais algumas toneladas de água em seu solo, num espetáculo bonito e perigoso que tanto incomoda aos que não aceitam que antes, reinava a natureza neste lugar tranquilo.
São Paulo é uma metrópole que fascina por sua jovialidade. Por mais que não a percebam, é uma cidade onde a Natureza desperta todo dia, embora muitos ainda teimem em buscá-la em outras paragens, longe daqui.
As guias começam a ser atacadas pelos veículos. As pessoas iniciam o dia rumo ao parque, neste domingo agradável de verão.
O sol que ainda escapa a tantas construções, chega aos poucos à minha pele que descansa à varanda de um dos milhares de edifícios paulistanos. O dia vai sendo modificado com um espetáculo de cores onde o azul do céu não se deixa esconder, mesmo que intimidado pelo monóxido de carbono que ainda há por aqui. Um dia será diferente.
Enquanto isso, um atento observador namora a Cidade que não parce dormir. E desperta, lentamente, junto dela. Em seu colo...

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