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La Nuit

A noite estremece lá fora.
Eu percebo as tuas curvas à réstia de luz.
Eu, só, me perco em teus caminhos ainda impávido.
Não há uma só dissonante em nosso capitular.

Nos meus medos eu nunca te encontro,
A noite me adormece os desencantos.
No sonho, eu vislumbro o nosso porto.
O pôr-do-sol onírico e tão distante.

Eu me percebo em teu corpo.
A noite nos acolhe em seu pranto.
Eu me confundo em teu abraço.

A noite me entorpece o desejo.
O Pôr-do-sol é tão distante.
Estremece. A noite, lá fora.

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1 comentário

  1. Paulo Joca disse:

    Belo poema... Parabéns !!!

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