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Ashes From The Past

"Sozinho.
Na vitrola, John Coltrane embala meus pensamentos soltos, imediatamente após Betânia ter cantado As Canções Que Você Fez Para Mim.
No copo, Reds. Não, nada a ver com a película de Warren Beatty. Muito a ver com Sean Connery.
À Inútil Paisagem, carros, muitos carros que voam em direção ao feriado.
Na memória, espaços esparsos. Além disso, Pouco Tempo.
No coração, muitas pessoas. Ao meu lado, ninguém.
Como é bela a noite. O fim-de-semana começa..."

Antes que eu esqueça, Ela, de novo aqui no Anomia, já que seu espetáculo talvez seja um dos poucos que nos coloca a todos em sintonia (e eu, além de minha devoção à natureza, nos últimos tempos findei por ser um editor de mim mesmo, à falta de tempo e de versos):

"Nossos Encontros de Hoje - Ao som de Duets, mais precisamente às vozes de Frank Sinatra e Tom Jobim em Fly me To The Moon, de minha varanda eu a vejo tão linda assim. E não consigo conter-me, assim peço desculpas à mais essa republicação desse poema aqui no Anomia:



Convite ao nosso encontro de hoje:

Primeiro, ela não se revelou por inteiro, pudicamente foi chegando remansosa.
Em pequenos espasmos de luz, fui sentindo o seu gosto, sua beleza.
Fui corrompido em minha retidão pelo seu charme sem par.
Mansidão que me envolveu num átimo. Companheira, até os confins.
E me chegou toda, desposei-me com ela em minha elucubrações.
Ela me confessa que irá mostrar-se hoje, novamente.
E eu vos convido a desfrutar desse espetáculo, que por poucos segundos é só nosso.
E nada mais "reality" nesse show tão global, que é o seu despertar desnuda.
Nascer que há de ser compartilhado pelos libertos.
Mesmo que distantes, estamos todos em sua sintonia.
Usurpa, do sol, raios que espelha em nossas mentes inférteis.
Lua eu te aguardo hoje em tua gênese.
Convido a todos. Sejamos espectadores passageiros por um minuto!
Quando passarmos, ela há de nos observar. Mas hoje, é só nossa.
Lua cheia, luar que ela me prometeu.
Paremos nossas máquinas, observemos o cosmos.
Divido com todos esse nascer de hoje. Festejêmo-la! "

E la nave va..."

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