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Na noite enluarada, me lembro do sol que vi nas fotos tão lindas de um paraíso distante. Mas não tão distante assim.
Os espaços do teclado me lembram das ondas que navegam por entre os mares e oceanos. E não esqueço do belo pôr-do-sol paradisíaco que me auscultou as entrelinhas de meu respirar ofegante.
Como podem os mesmos raios da carruagem mitológica de Apolo navegarem assim tão impune, lépida e vagamente por nossos corpos e sonhos diários? Ali, tão próximos na foto te beijam o corpo molhado pelas mesmas águas que me acariciaram os olhos úmidos a refletir os primeiros raios que depois te invadiriam a retina maravilhada.
Tão perto, tão distante...
Uma epopéia diária e espetacular que não tem minha devida atenção, imerso em mares e amares inexistentes, paradoxalmente presentes.
Sinta-se sempre beijada e abraçada pelos astros distantes, que carregam pra longe o que eu resto de concreto, uma poesia errante...

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1 comentário

  1. Anônimo disse:

    Muito linda e profunda sua poesia.

    @sgcoelho

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