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Reality Shows, The Sims e Otras Cositas Más... - Eu já comentei aqui anteriormente sobre os shows televisivos pretensamente inspirados no famoso romance de George Orwell. Parece que o grande "barato" que nos querem empurrar no início de século é apreciar um paradoxal espelho diante das telas de tv, diante de nossos olhos. Consumismo desenfreado, vidas descartáveis, relacionamentos idem e guerras virtuais são algumas das novas personagens que advém do espelho nosso de cada dia. Hoje, me chama a atenção uma notícia do UOL sobre a nova versão do jogo The Sims - uma febre que retrata a vida de alguns "tomagoshi" binários no real estilo american way of life e já possui algumas centenas de milhares de adeptos pelo nosso planetinha - mostra que o jogo poderá ser apreciado "ad aeternum" pelo usuário do simulador de vida. A simbologia é irrefutável, pois o paradoxal espelho que nos observa é o verdadeiro algoz de um público cada vez mais enclausurado.
Os reality shows e os seus personagens ou bonequinhos de plantão que me perdõem,mas a beleza da vida ao vivo me parece fundamental. Quer seja a emoção que há em um abraço apertado ou um beijo em "slow motion", quer seja um encontro de olhares ou um enlace de corpos, tudo isso não é mensurável.
A tônica do novo cotidiano parece ser o viver virtual. Por isso eu sempre destaco por aqui o grande show global que é despejado pela grande dama nua. Aquela mesma que com uma agulha de dor, amor, em meu coração tatua...:

Convite ao nosso encontro de hoje:

Primeiro, ela não se revelou por inteiro, pudicamente foi chegando remansosa.
Em pequenos espasmos de luz, fui sentindo o seu gosto, sua beleza.
Fui corrompido em minha retidão pelo seu charme sem par.
Mansidão que me envolveu num átimo. Companheira, até os confins.
E me chegou toda, desposei-me com ela em minha elucubrações.
Ela me confessa que irá mostrar-se hoje, novamente.
E eu vos convido a desfrutar desse espetáculo, que por poucos segundos é só nosso.
E nada mais "reality" nesse show tão global, que é o seu despertar desnuda.
Nascer que há de ser compartilhado pelos libertos.
Mesmo que distantes, estamos todos em sua sintonia.
Usurpa, do sol, raios que espelha em nossas mentes inférteis.
Lua eu te aguardo hoje em tua gênese.
Convido a todos. Sejamos espectadores passageiros por um minuto!
Quando passarmos, ela há de nos observar. Mas hoje, é só nossa.
Lua cheia, luar que ela me prometeu.
Paremos nossas máquinas, observemos o cosmos.
Divido com todos esse nascer de hoje. Festejêmo-la!

E la nave va...

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