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All We Are Saying Is Give Peace a Chance...

Saudades de John Lennon...

(War is Over, If You Want It - outdoor espalhado pelas ruas de Londres por John e Yoko, em protesto à Guerra do Vietnã)

Fim-de-semana assistindo novamente ao inesquecível "Gimme Some Thuth", o "making of" de Imagine, no qual vi a imagem do outdoor mencionado acima.
Áureos tempos quando, mesmo havendo guerra - sim é verdade, de fato - havia também uma tênue esperança.
Guerra, aliás, é um termo que não se coaduna com essa situação atual. Defenestração, como já disse anteriormente por aqui, é bem mais colocado, mais justo, embora não o seja. Por aqui, in casu de Terra Brasilis, Guerra Civil.

"All we are saying... " - para quem não sabe, "Give Peace a Chance", ainda na década de sessenta, marcou o primeiro live-broadcast para todo o mundo, durante um show na televisão que contou com a participação dos Beatles. Foi uma mensagem de paz. Ao contrário das imagens hodiernas mostrando, em tempo real, como se destrói um país inteiro com um punhado (força de expressão) de bombas. Não obstante, a mesma teconologia nos leva à retina imagens de todo este vasto planetinha, onde milhões caminham e bradam pela Paz (Paz, in casu, não é mera força de expressão).
E pensar que se tivesse sido o Iraque a se recusar a assinar o protocolo de Kyoto, condenando o meio-ambiente a um futuro soturno, lúgubre, taciturno e sorumbático, ele possivelmente já estaria condenado sumariamente há muito tempo pelos diversos pesos e medidas que compõe o senso de julgamento e força motriz do neoimperialismo vigente de plantão. Mas, como são diversos os pesos e as medidas...

"...Is give peace a Chance..."

E la nave(zinha) va...

Post Scriptum: Além do Poema Rosa de Hiroshima, já transcrito aqui neste espaço por duas vezes, da magistral lavra de Vinícius de Moraes, transformado em música pelo próprio Poetinha juntamente com Gerson Conrad do grupo Secos e Molhados, pois bem, além disso e do texto de Paulo Coelho sobre a guerra , igualmente transcrito aqui e além do clamor dos milhões que se insurgem em passeatas contra a tal "guerra", pouca coisa...

Post Scriptum 2: E ficou preso à retina arregalada deste escriba a cena do famígero piano branco de Lennon e os acordes de Imagine. A fotografia e a beleza translúcida do sol adentrando o recinto escuro da mansão de Ascott. As janelas para um novo e belo mundo, resplandecente de sol. Que pintura! O mundo de Imagine, aliás, não parece que há de ser, apesar de já existir em muitos de nós.

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