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Labirintos

Eu vejo à parede do escritório a Casa Amarela de Van Gogh.
Penso nos labirintos que inundam a nossa mente.
Nos tortuosos caminhos que me impedem o decifrar-te.
Tivesse eu coragem de te confessar o meu desejo.
Do Tímido beijo que nunca roubar-te-ei à noite.
A mesma cor amarela da Casa do Benfica.
São labirintos mundanos que direcionam à mesma arte.
Navego trôpego nos desencontros da tua beleza.
À parede do escritório eu vejo os teus olhos.
Numa tarde atribulada eu leio os teus medos.
Apaixono-me reticente percebendo-te desnuda.
Mesmo sabendo que nasce morto o amor vesperal.
À insensatez do crepúsculo solar, vou capitulando.
Enquanto adentro na Casa Amarela de Van Gogh.

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