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A vida vai fluindo paulatinamente...

...enquanto os ditos humanos buscam o conhecer-se. Dessa forma, fui ao encontro do fluir vital na serra de Guaramiranga, meio que fugido do Fortal e meio que em busca do sei-la-o-quê. Não obstante os encontros virtuais com o meu Jung Predileto e também com o amigo e Lúdico Alvinegro, lancei-me ao encontro da natureza, sem antes olvidar à visita do Mais charmoso site-em-blog. Sometimes, nem tudo é imperfeito.



Além disso, há pouca coisa, dentre elas, a belíssima apreensão de fragmentos da vida (acerca da foto acima), resgatada na Poesia de soares Feitosa...que me acalma à alma.

Sim, é verdade que a concretude da existência está materializada nas dez letras de nosso vernáculo. É ela, um bem abastrato.



Retorno abençoado, pois chove intensamente em Fortaleza. Nada mais intenso do que a chuva. O cinza do dia funde ao mesmo tempo o mar e as nuvens, num amálgama muito bonito de se ver. Podem confiar em mim...não há um grande amor sem a triste lembrança de um dia chuvoso...mesmos nos corações mais áridos, nas terras mais inférteis, há de chover. Aos Tuareg, nem que chova em seus sonhos.


É estranho buscar-se a natureza quando se é completamente dependente da famígera tecnologia. Os bons Deuses me apagaram o celular e a bateria do carro, além de me forçar a presenciar, desesperado, os últimos suspiros da bateria do Palm. Nada restou, além do ruidoso emudecer da noite. É o melhor castigo aos pretensos morderninhos. Neo-estúpidos dependentes do lítio e dos chips. Eu me confesso...


Apesar de tudo isso, ou melhor, por tudo isso, emergi em elucubrações inúmeras, alheio ao mundo que se acaba na parede ao lado, aos amores perdidos, aos gols marcados, à existência abstrata, enfim. Fui salvo pela dileta companhia, pelas inúmeras garrafas de cerveja e pelo direito inalienável de acreditar que há mais sossego em Across The Universe - que me traduz tão fidedignamente - do que no pérfido encontro com os nossos primórdios.


Foto Acima, by National Geographic.

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