domingo, julho 30
sexta-feira, julho 21
Efemérides - Este Anomia completou 4 anos agora em Julho. Não consigo fugir ao lugar-comum: parece que foi ontem. Mas não foi.
Lento, quase estático, eu reflito ante uma crise de paradoxal existência virtual.
Não sei se volto, ou se já de fato fui. Por enquanto, ainda destilo parcas gotas de bobagens por aqui. Lá se vão quase 100.000 pageviews, 50.000 visitantes. Talvez a média só não seja mais medíocre que os devaneios deste cansado escriba. Não obstante, os visitantes, vários e tão poucos, são o que houve de melhor por aqui.
Eu, neste átimo instante, miro o horizonte e não decifro o que vejo.
Ao chão dois pés sustentam um corpo extenuado por exercícios físicos.
Uma maratona que chega. Uma maratona que se vai.
Não sei onde vai dar. Enquanto isso...e la nave va...
Lento, quase estático, eu reflito ante uma crise de paradoxal existência virtual.
Não sei se volto, ou se já de fato fui. Por enquanto, ainda destilo parcas gotas de bobagens por aqui. Lá se vão quase 100.000 pageviews, 50.000 visitantes. Talvez a média só não seja mais medíocre que os devaneios deste cansado escriba. Não obstante, os visitantes, vários e tão poucos, são o que houve de melhor por aqui.
Eu, neste átimo instante, miro o horizonte e não decifro o que vejo.
Ao chão dois pés sustentam um corpo extenuado por exercícios físicos.
Uma maratona que chega. Uma maratona que se vai.
Não sei onde vai dar. Enquanto isso...e la nave va...
segunda-feira, julho 3
Ressaca Pós-Copa - Não vou comentar o fracasso da equipe do Sr. Parreira, não vale a pena, simplesmente. Só posso dizer que, a curar a ressaca de trinta dias de torcida (que no final das contas, foi também um ótimo pretexto a fim de reunir tanta gente boa num mesmo lugar), só mesmo em dar-se continuidade à atividade paralela extenuante dos últimos dias, a qual mantive espartanamente durante o período de La Coupe du Monde: malhar, malhar e malhar.
Devo estar movido à base de endorfina, penso eu enquanto o suor escorre por entre meus poros cansados às noites de ginástica.
Isto me lembra de uma poesia pretérita, escrita entre uma braçada e outra:
"Náutico
Hoje não restam camadas em meu rosto. Sou o que descerra a máscara que cai ao mar.
Sou braçadas intermináveis nesse amar assim. Juliette Binoche em "A Liberdade é Azul".
Hoje sou só o que não penso que sou. Hoje sou sólida dor dormente. Hoje eu sou solidão.
Sou o procurar por respostas que busquei encontrar às águas e horas nas quais, só, amei."
Devo estar movido à base de endorfina, penso eu enquanto o suor escorre por entre meus poros cansados às noites de ginástica.
Isto me lembra de uma poesia pretérita, escrita entre uma braçada e outra:
"Náutico
Hoje não restam camadas em meu rosto. Sou o que descerra a máscara que cai ao mar.
Sou braçadas intermináveis nesse amar assim. Juliette Binoche em "A Liberdade é Azul".
Hoje sou só o que não penso que sou. Hoje sou sólida dor dormente. Hoje eu sou solidão.
Sou o procurar por respostas que busquei encontrar às águas e horas nas quais, só, amei."
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