segunda-feira, abril 25

Mar & Sertão - Tenho estado a contemplar nas últimas semanas uma nova paisagem, a juntar o verde do sertão alencarino a perder-se de vista com os bravios mares, igualmente verdes, restando ambos impávidos em meu horizonte distante, mesclando-se em diferentes tonalidades.
Contemplo, errante, um módico escritor que apenas se permite o apaixonar-se pelas cousas da natureza, apesar do renitente e etéreo choque a advir dos olhares com os quais os seus vagos olhos insistem em cruzar nos instantes em que vivem.
Há poucas coisas mais belas nesta vida. Além disso, quase nada...

quarta-feira, abril 6

O Livro - Sobrevivi à feitura de mais algumas páginas do livro. A obra inacabada cuja conclusão já trago em minha cabeça há alguns anos, está mais difícil do que imaginava. Não obstante, acho que este ano ele há de sair.

De volta à roda-viva, são tantas as novidades ultimamente que não assimilei todas ainda. Felizmente, são boas novas.

O dia-a-dia é entrecortado pelos repentes de chuva. O cheiro de grama molhada é algo a não se esquecer nas épocas de estio.

Na rádio que agora ouço pela Internet, Renascença FM direto de Lisboa, surge "Vambora" na voz de Adriana Calcanhoto. Ela me faz lembrar de quem torna meus dias felizes, à música de Chico e Edu Lobo...

As cinzas das horas são certamente o tempero da razão.

Tenho saudade de Lisboa e do inesquecível pôr-do-sol em Alcochete, às margens do Tejo.

Porque escrevo

Cada um tem a sua terapia. Há os que correm, pintam, cantam... Minha maior terapia é escrever. Posso ser o que sou, o que nu...