Recontando...
"Efemérides de sexta-feira ou Às voltas com as voltas que a vida dá...
Há um ano, tudo tão soturno e estranho.
Há três anos, a expectativa de um sonho.
Há cinco anos, a busca do amalgamar-te.
Há nove anos, a descoberta do novo amor.
Há dez anos, tudo tão soturno e estranho.
Hoje, tão feliz assim...
Post Scriptum: Nada o é, em definitivo, sempre. Como o homem e o rio, outrora uns, hoje outros. Somente há o agora, Sequer o ontem e talvez o amanhã que há de ser agora. A vida, o somatório de estáticas. Um compêndio de silêncios...
Nada o há, eternamente. Como esse post, que nasceu algum e terminou outro. Carcomido pelo tempo. O tempo, como bem disse Barbra, que devora. Mesmo corpo, signo, momentos enfim. Em fim..."
sexta-feira, fevereiro 27
sexta-feira, fevereiro 20
Em Fevereiro/2003: "Foto - À visão efêmera da embaciada foto, tirada há quase dez anos, que repousa na parede, carcomidas pelos devaneios do tempo, onde o mesmo olhar apaixonado que sobreviveu indelével à insensatez do amor, eu não tenho outra saída que não seja lembrar das palavras de Quintana...
"Senhora, eu vos amo tanto / Que até por vosso marido / Me dá um certo quebranto..." "
E por falar em Fotografia - Meu Fotolog, Anomia In Photo voltou ao mundo dos ditos vivos...
"Senhora, eu vos amo tanto / Que até por vosso marido / Me dá um certo quebranto..." "
E por falar em Fotografia - Meu Fotolog, Anomia In Photo voltou ao mundo dos ditos vivos...
domingo, fevereiro 15
"Amanhecer-te
"A coisa mais linda desse mundo", já disse o embriagado Jobim em uma gravação caseira com Chico, devidamente eternizada no cd que guardo na estante companheira...
Embora o cenário seja outro, ouso repetir-lhe a frase.
Pois hoje, o amanhecer vem embaralhado com uma chuva torrencial. A nesga de manhã que restará incólume dentro de poucos minutos, parece inerte ante a grandiosidade dos vagalhões que advém do céu cinzento.
E a ébria testemunha disso tudo, amalgamando-se com os cheiros e barulhos que a chuva traz. E os encantos também...
Eu a imaginar o quão maravilhoso seria o que há de ser o amanhecer-te."
Aurora, agora - Photo by Emerson Damasceno, Fort/CE, 2003
"A coisa mais linda desse mundo", já disse o embriagado Jobim em uma gravação caseira com Chico, devidamente eternizada no cd que guardo na estante companheira...
Embora o cenário seja outro, ouso repetir-lhe a frase.
Pois hoje, o amanhecer vem embaralhado com uma chuva torrencial. A nesga de manhã que restará incólume dentro de poucos minutos, parece inerte ante a grandiosidade dos vagalhões que advém do céu cinzento.
E a ébria testemunha disso tudo, amalgamando-se com os cheiros e barulhos que a chuva traz. E os encantos também...
Eu a imaginar o quão maravilhoso seria o que há de ser o amanhecer-te."
Aurora, agora - Photo by Emerson Damasceno, Fort/CE, 2003
quarta-feira, fevereiro 11
La Nuit
A noite estremece lá fora.
Eu percebo as tuas curvas à réstia de luz.
Eu, só, me perco em teus caminhos ainda impávido.
Não há uma só dissonante em nosso capitular.
Nos meus medos eu nunca te encontro,
A noite me adormece os desencantos.
No sonho, eu vislumbro o nosso porto.
O pôr-do-sol onírico e tão distante.
Eu me percebo em teu corpo.
A noite nos acolhe em seu pranto.
Eu me confundo em teu abraço.
A noite me entorpece o desejo.
O Pôr-do-sol é tão distante.
Estremece. A noite, lá fora.
A noite estremece lá fora.
Eu percebo as tuas curvas à réstia de luz.
Eu, só, me perco em teus caminhos ainda impávido.
Não há uma só dissonante em nosso capitular.
Nos meus medos eu nunca te encontro,
A noite me adormece os desencantos.
No sonho, eu vislumbro o nosso porto.
O pôr-do-sol onírico e tão distante.
Eu me percebo em teu corpo.
A noite nos acolhe em seu pranto.
Eu me confundo em teu abraço.
A noite me entorpece o desejo.
O Pôr-do-sol é tão distante.
Estremece. A noite, lá fora.
sexta-feira, fevereiro 6
One Year Ago Today...
Há exatamente um ano meu coração batia, disrítimica e estranhamente norteado.
Não duvido, há poucas coisas mais doces do que uma paixão.
E continuo sendo assim, apaixonado, à solitária mente...
E assim dizia-me o taquicárdico, em fevereiro de 2003, in verbis:
"Here Comes The Rain
E a chuva que me acompanha a noite me lembra muito você.
Calor que não me percebe o amor e estremece o meu peito.
A noite sem sono que não divides comigo ao vento frio.
Uma chama tão forte que me lembra o doce suspiro.
E como queria abraçar-te em teu manto tão negro.
Ouvindo-te os susurros tão sozinho errante.
Mesmo que fosse num esmero vazio.
Esperando o teu beijo ao relento.
Ou um abraço distante.
Já me é acalanto.
Desencanto.
E somente.
Te quero.
Sentes?"
Há exatamente um ano meu coração batia, disrítimica e estranhamente norteado.
Não duvido, há poucas coisas mais doces do que uma paixão.
E continuo sendo assim, apaixonado, à solitária mente...
E assim dizia-me o taquicárdico, em fevereiro de 2003, in verbis:
"Here Comes The Rain
E a chuva que me acompanha a noite me lembra muito você.
Calor que não me percebe o amor e estremece o meu peito.
A noite sem sono que não divides comigo ao vento frio.
Uma chama tão forte que me lembra o doce suspiro.
E como queria abraçar-te em teu manto tão negro.
Ouvindo-te os susurros tão sozinho errante.
Mesmo que fosse num esmero vazio.
Esperando o teu beijo ao relento.
Ou um abraço distante.
Já me é acalanto.
Desencanto.
E somente.
Te quero.
Sentes?"
segunda-feira, fevereiro 2
Photo by Rolling Stone Magazine
Há 40 anos os FabFour conquistavam também os EUA. Clique na foto e veja a boa reportagem da Rolling Stone sobre essa grande efeméride.
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